Entenda o que é a análise de criticidade

análise de criticidade
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Quando alguma máquina falha, de alguma maneira, toda a cadeia produtiva é afetada. Por isso, é fundamental avaliar qual o nível desse impacto, de forma que os negócios não sejam prejudicados. É nesse contexto que aparece a análise de criticidade.

Antes de adentrar no assunto, é importante deixar claro que o conhecimento do maquinário é muito valioso para a indústria. Esse é o primeiro passo para reconhecer a sua eficiência e identificar as falhas que atrapalham todo o processo.

Quer entender mais sobre o tema? Então continue neste artigo. Boa leitura!

Conceito de análise de criticidade

O conceito de análise de criticidade envolve a avaliação do quão importante é um equipamento para os procedimentos industriais. Assim, quanto mais crítico for o instrumento maior é a sua indispensabilidade para o ciclo produtivo.

Dessa forma, é natural definir níveis de prioridade para ações de manutenção, para corrigir falhas e manter a eficácia do sistema, de acordo com a essencialidade da máquina. Esse delineamento permite que seja realizada uma aplicação de recursos, humanos e financeiros, de forma mais inteligente.

Importância dessa análise

A falta de critérios bem definidos faz com que a definição do que é prioritário para passar por um processo de revisão ou correção seja subjetiva. Por esse motivo, a análise de criticidade deve ser baseada em um conjunto de decisões assertivas, para eliminar parcialidades que comprometam o sistema.

Afinal, sem objetividade, esse exame envolveria a visão de diversos setores de uma indústria sobre qual equipamento é o mais importe. E o que às vezes é importante para o trabalho de uma repartição pode não ser para a outra.

Além disso, esse é um procedimento que permite desenvolver melhores planos de manutenção, de acordo com a criticidade do equipamento e os seus efeitos no empreendimento.

Como fazer essa análise

Antes de qualquer coisa, é importante que fique claro que embora essa avaliação seja feita com base em métodos consolidados e objetivos, ela acontece de forma qualitativa. Nesse sentido, a classificação mais usada é a ABC, ainda que existam outros meios. 

Além disso, esse tipo de análise leva em consideração alguns aspectos importantes para a sua realização. Dessa maneira, são contemplados pontos como segurança dos colaboradores, os impactos ao meio ambiente, a qualidade da produção, as condições de operação dos equipamentos, a taxa de paradas e a manutenibilidade dos ativos.

De acordo com esses critérios, os ativos são classificados A, B ou C. Vejamos como funciona!

Classificação A

Nessa classificação se encontram as máquinas com alta prioridade. Nesse sentido, o ideal é que se recorra à manutenção preventiva e preditiva, além de inspeções regulares, entre outras práticas que mantenham esses instrumentos em pleno funcionamento.

Classificação B

Os ativos que são classificados como B têm prioridade mediana, ou seja, mesmo sendo importante, alguns problemas não afetam todo o processo. Nesse sentido, a manutenção preditiva e as avaliações constantes são meios mais indicados para esse caso.

Classificação C

Dentro desse grupo se encontra o maquinário com baixa prioridade para o processo, podendo ser aplicada a manutenção corretiva. Afinal, esses instrumentos não representam grandes impactos negativos na cadeia produtiva.

Dessa forma, com a realização desse exame, o risco de desperdício de capital, mão de obra e tempo é minimizado, fortalecendo todo o processo dentro da empresa. O que não aconteceria se não fosse realizado.

Assim, a análise de criticidade torna-se essencial para a indústria. Afinal, os seus resultados apresentam onde os investimentos em manutenção serão melhor aplicados.

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